Projeto de lei de Talles Barreto que dispõe sobre o Programa Universitário do Bem- PROBEM é aprovado

De autoria dos deputados Talles Barreto e Bruno Peixoto, o projeto de lei em questão altera a lei n°20.957/2021, acerca do Programa Universitário do Bem- PROBEM. A proposição visa ampliar a exigência contida na atual redação, abrangendo alunos que estejam regularmente matriculados em curso de graduação não gratuito e em Instituições de Ensino Superior- IES que sejam autorizadas e reconhecidas pelo Ministério da Educação- MEC.

O principal objetivo do projeto é promover a inclusão de alunos de Instituições Municipais, que, pautados no Art. 3° da lei n°20.957, encontram-se impossibilitados de pleitearem as bolsas. Além disso, a proposição também exclui a participação de Instituições irregulares.

Pessoas Usando Mochilas
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Talles Barreto propõe disponibilizar a opção de contratos e boletos em braile para as pessoas com deficiência visual pelas instituições financeiras

O deputado estadual Talles Barreto apresentou projeto de lei que propõe às instituições financeiras disponibilizar a opção de contratos e boletos em braile para as pessoas com deficiência visual. Segundo ele, o projeto de lei tem o objetivo de garantir o amplo acesso aos clientes com deficiência visual as informações necessárias além de resguardar plenamente todos os seus direitos.
De acordo com o parlamentar, a elaboração da matéria levou em consideração resguardar o direito do consumidor, atender e proteger os consumidores com deficiência visual. “A opção de contratos de adesão, boletos de pagamento, e demais documentos de operações bancárias e financeiras em braile é uma forma de resguardar os direitos das pessoas com deficiência visual e protegê-las de golpes ou de fazerem contratações sem a devida clareza das condições, taxas e juros que estão se comprometendo”, frisou.
Barreto destacou que a proposição pretende promover a integração e inclusão de pessoas com deficiência, colaborando de maneira efetiva para que seus direitos sejam integralmente assegurados e respeitados.

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Talles Barreto apresenta projeto de lei que dispõe sobre a comercialização de bebidas e alimentos dietéticos em eventos

O deputado estadual Talles Barreto apresentou projeto que tem o objetivo de tornar obrigatória a disponibilização da versão dietética em eventos culturais, recreativos e esportivos, onde houver comercialização e distribuição de bebidas e alimentos no Estado de Goiás.

Pesquisas Nacionais na área da Saúde mostram números significativos de brasileiros que apresentam distúrbios metabólicos, dentre esses o distúrbio crônico da Diabetes, que é uma doença com diferentes tipos e apresenta-se em menor ou maior gravidade podendo causar insuficiência renal, amputação de membros, cegueira, doenças cardiovasculares, como AVC (derrame), e infarto.

Segundo o parlamentar, a elaboração da matéria considerou o elevado percentual de pessoas acometidas pela Diabetes ou outros distúrbios metabólicos e alimentares. “Com a implantação dessa medida simples, como a oferta de produtos dietéticos em eventos culturais, recreativos e esportivos, estaremos promovendo a inclusão das pessoas, que muitas vezes deixam de frequentar eventos pela dificuldade de encontrar algo que possam consumir”, frisou. Talles considerou, ainda, que também é possível estimular hábitos alimentares mais saudáveis, garantindo saúde e bem estar para a população em geral através da comercialização.

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Talles Barreto atua em defesa de professores no projeto que congela reajuste salarial da categoria

O deputado estadual Talles Barreto solicitou retirada de pauta do projeto de lei nº4868 encaminhado pela governadoria que reajusta o piso salarial dos professores P1 e P2. O parlamentar é presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esportes e saiu em defesa dos profissionais durante a sessão desta terça-feira, 24. O tucano ressaltou que a matéria deixa de contemplar os profissionais P3 e P4, além de informar que não haverá reajuste salarial nos próximos dois anos.

Talles considerou que a maioria dos servidores que atuam na educação são níveis P3 e P4 e devem ter o trabalho reconhecido como os demais. “A retirada de pauta desse projeto reconhece a importância dos professores e propõe tratamento igualitário aos profissionais pelo governo”, frisou.

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